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Contos e Descontos

Autora esporádica de contos e descontos escritos a tempo inteiro

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Contos e Descontos

30
Mar20

Heidi, o avô dela, Pedro e o cão São Bernardo

Rita Pirolita
Por motivo que a vós não vos diz respeito e a mim não me apetece partilhar, estive à entrada do Parque Nacional de Jasper, sítio pipi de estância de ski e alojamentos de montanha, como se fossemos vizinhos da Heidi, do avô dela, do Pedro e o cão São Bernardo, sim aqui também os há e convivem bem com os gigantes malamutes, huskys e outros patudos grandes e peludíssimos!
Eu sei que a Heidi era dos Alpes Suíços mas isto por aqui é igual, então coberto de neve parece que nunca saímos do mesmo sítio e o c@r@lho do frio é o mesmo, qual Truman Show!
Como já disse não interessa porquê mas estive a poucos quilómetros da entrada do Parque, alojada num hotel que é um verdadeiro tesourinho deprimente, em modo canadiano. O modo piroso americano já todos conhecemos, quanto mais não seja dos filmes que nos impingem.
A cultura por aqui não é muito diferente mas tem alguns pormenores que merecem atenção à altura.
Começando pelos empregados que são todos índios, simpáticos qb, talvez até demais para um hotel quase motel de beira de estrada, de passagem para os que querem ir fazer ski ou snowboard mas não têm tanto dinheiro assim, pagam o forfait e livram-se de dar balúrdios por alojamento com pé na estância! 
Lá me vou armar em Eça de Queiroz, de descrições chatas mas não relações incestuosas que não tenho irmãos, sou uma cabra filha única, desmamada bem cedo que detesta gente caprichosa, mimada, Drama Queen e mimimis!
A arquitectura exterior é prego e racha, meia bola e força, como todas as casas aqui.
Tudo é feito em madeira, não há cá design personalizado ou de autor, é para o que serve e nisso até nem desgosto da atitude, mais vale assim que gastarem balúrdios em mariquices e depois sai uma bela merda que muita gente não sabe como nem consegue usar, não aprecia e ainda se perde no acesso aos quartos ou restaurante porque é tudo um labirinto, fruto de devaneios criativos do designer, que normalmente é paneleiro e maluco, que faz parte do lobizinho de outros tantos paneleirões e tias, que remodelam casas e jardins e ficam loucos com a mistura do moderno e antigo vitoriano, dos espelhos e dourados à jogador da bola! 
Devem andar todos a comer no mesmo sítio, para terem gostos tão próximos!
Que culpa temos nós na equação para levar com as frustrações e traumas do artista, pagos a preço de ouro, num espaço mal concebido, mal iluminado e mal aproveitado, tudo em mau e sempre a largar a lã todinha, tipo prato gourmet comido de dedo mindinho esticado e a ser enrabado ao mesmo tempo?...
Deixamos o exterior do alojamento, igual a tantos outros que abundam por aqui e no interior temos uma recepcionista índia que em vez de tailleur, imagino-a melhor de pena na cabeça e vestes coloridas, de mão na boca a fazer uau uau uau, como saudação de boas vindas e convite para mais tarde dar umas baforadas no cachimbo da paz, ali no cantinho da sala ao lado da mesa de bilhar. 
A alcatifa é bicho que prolifera por todo o Canadá, numa estagnação de tempo, para grande tristeza minha, encarquilhação das unhas, arrepio de todo o couro cabeludo e restante penugem corporal, além da electricidade estática e do ar condicionado, que me põem doente a toda a hora!
As cores são de uma monotonia para boi dormir até morrer.
Só para que não se riam sem acreditar, em muitos bairros, a planta das casas é toda igual e a cor também é exigido que o seja, o moço já disse que se vivesse num bairro destes, teria dificuldade em encontrar a sua própria casa e corria o risco de ir parar a casa alheia, que se fosse o lar de uma vizinha boazuda e gira nem tudo estaria perdido!...
Quanto a isto estou descansada porque vivemos num apartamento e vizinhas giras por aqui e arredores é coisa que não abunda, existe para troca muito camafeu e fufa, se alguém estiver interessado...
Ora bem, detida nas cores ainda me apraz observar que as paredes são de tom cocó, de cinza a castanho, pode existir um azul cinza ou um rosa cinza mas tudo muito apagadinho, já quase a desmaiar com falta de cor. 
O bar, salão de jogos, sala de pequeno-almoço, almoços, jantares e reuniões, é um e o mesmo local, decorado com as mesmas cores deprimentes e alcatifa coçada de tanto aspirador barulhento. 
Abundam molduras tortas e cheias de pó, ou se calhar nem tanto assim mas insistem no à média luz te vi, à média luz te amei e foi à média luz que à merda te mandei, que dá um ar sujo, porco e peganhento a tudo. 
As fotos variam entre vaqueiros e jogadores de hóquei, uma mesa de bilhar a um canto jaz triste com passado de grande movimento alcoólico e tacadas, vending machines em quase todos os cantos além de café e micro-ondas.  
Para meu espanto, que não sou de cá, à saída desta sala ouço água a correr e vou a ver, deparo-me com um lago interior claro, porque lá fora tudo congela, com água limpa e quatro peixes lá dentro, VIVOS a rabear e a olhar para mim à espera de comida, pormenor de monta, uma luz vermelha sai do fundo negro do lago-tipo-banheira-de-bebé.
Parece que estou numa viagem de LSD ao mundo dos motéis perdidos no meio do nada, onde todos os dias entram putas e saem dealers mortos!
Perto deste hotel existe um supermercado com prateleiras muito organizadas e empregadas simpáticas e bem dispostas, tanto que até estavam agarradas à barriga de tanto rir, enquanto uma delas me registava as compras, dirigindo-se a mim também ao contar a história de um cliente que vive na zona e apareceu para pedir um refund de uma galinha que tinha comido e lhe tinha causado alucinações, a senhora não podendo disfarçar mais o riso, chamou o gerente para resolver a misteriosa galinha aromatizada com erva. 
Afinal estamos no Canadá, sítio de maluqueira certa e séria!
Para que não pensem que sou mentirosa aqui deixo fotos deprimentes mas reais.
Sim, estive lá e ao pequeno-almoço às 6 da manhã estava a comer waffles congeladas, porque tive medo de as meter na torradeira por estarem a pingar, depois deixei de ser tão parva e agarrei-me a um muffin a pingar gordura, senti-me mais parva ainda. 
Desisti e bebi um café a saber a mata-ratos, dei um murro no peito e lá fui eu toda lampeira, preparada para a loucura do dia!
Estive o tempo todo a perguntar a mim própria, que c@r@lho faço eu aqui, num sítio desolado e congelado? Figura de quem bate bem da bola não é de certeza!


Banheira dos peixes!


Mesa de bilhar abandonada e triste, de notar o bom gosto nas cores e padrões contemporâneos!
04
Dez19

Papel de parede

Rita Pirolita

Todos sabem a beleza ou dor de cabeça em que um papel de parede se pode ou podia transformar, na altura que mais esteve em voga.
Nos anos 60 os padrões eram de uma alucinação de LSD e mezcal, cores explosivas, desenhos cheios de movimento e corpo, malmequeres, girassóis, flamingos, cornucópias, selvas de folhagem vibrante, bolas, espirais e estrelas que trocavam os olhos em sobreposições e jogos de traço.
Papéis espessos, com relevo, pesados de cola, mal postos, tiras desencontradas ou descaídas, remendos, manchados de humidade ou comidos do sol, a descolar,  a forrar armários, cabeceiras de camas ou mesmo casas-de-banho...
Tudo tão saturado e piroso que cada vez que entravamos em algum sítio com estes padrões ficávamos sem ar, oprimidos, sentíamos que a qualquer momento podíamos ser engolidos pelo compartimento e desaparecer por um ralo de alcatifa farfalhuda e cheia de pó e cabelos!
Uma coisa ficamos a saber, estes adereços de parede, eram tão difíceis de tirar que mais valia sobrepor tímidas e deslavadas flores com camadas de animais, depois mudar para desordenadas ramagens ou geometria desacertada, conforme as tendências que a Vogue ditava! 
Na altura que saiu de moda, era ver-nos a descascar paredes sufocadas de tanto enfeite, com o que tivéssemos mais à mão, desde facas, espátulas, colheres, tesouras, martelos, escopro... 
Os papeis evoluíram muito, ele há-os laváveis, personalizados, assinados por criadores de moda...
Os de boa qualidade e padrões de bom gosto, continuam a ser caros, a aplicação continua a requerer algum tempo, calma e um pouco de jeito, se houver experiência anterior, tanto melhor!
Apesar da moda ter voltado, já é difícil terminarmos a tarefa de aplicação, enrolados num colete de forças de papel ou com cola viscosa no cabelo, olhos e roupa.
Agora as aplicações reduzem-se a uma só parede e a cola é mais fácil de colocar e também tirar quando nos aprouver! 
Os padrões vão buscar muita da inspiração de há anos, com um toque refinado de palácios de paredes forradas a seda!
Dourados e pretos misturam-se em gosto refinado, clássicas flores de lis, turquesas mar relaxam, vermelhos agitam e laranjas vibrantes acolhem, cores puras com relevos que são um autêntico baile para os olhos e sinfonia para os sentidos!
Pensavam que além de papel de parede ia falar de quê?...De carpetes peladas ou peludas...e do Natal? Também podia mas sou alérgica!
28
Nov19

Cultura permanentemente utópica

Rita Pirolita
 
 
 
"Nas palavras de Bill Mollison de que mais gosto, a Permacultura é “uma tentativa de se criar um Jardim do Éden”, bolando e organizando a vida de forma a que ela seja abundante para todos, sem prejuízo para o meio ambiente. Parece utópico, mas nós praticantes sabemos que é algo possível e para o qual existem princípios, métodos e estratégias bastante factíveis. Os exemplos estão aí, para quem quiser ver, nos cinco continentes e em mais de uma centena de países."
Não vivemos num Jardim de Éden nem num Inferno de Dante, apenas somos o Planeta Terra que deu origem ao milagre da vida  humana, que sem respeito o destrói! Todos os sistemas se recriam e destroem numa constante espiral. A sustentabilidade dos sistemas foi a primeira a existir, mesmo antes de a começarem a destruir e agora vêm com a palheta de freek chique, dos negócios sustentáveis!...
"Os australianos Bill Mollison e David Holmgren, criadores da Permacultura, cunharam esta palavra nos anos 70 para referenciar “um sistema evolutivo integrado de espécies vegetais e animais perenes úteis ao homem”. Estavam buscando os princípios de uma Agricultura Permanente. Logo depois, o conceito evoluiu para “um sistema de planejamento para a criação de ambientes humanos sustentáveis” , como resultado de um salto na busca de uma Cultura Permanente, envolvendo aspectos éticos, socioeconômicos e ambientais."
Já sabiam isto desde os anos 70 e só agora é que anda tudo com a passaroca aos saltos com a "novidade"?!...Maganos dos australianos que não nos disseram nada, guardaram tudo para eles, não foi ético.
"No centro da atividade do permacultor está o design, tomado como planejamento consciente para tornar possível, entre outras coisas, a utilização da terra sem desperdício ou poluição, a restauração de paisagens degradadas e o consumo mínimo de energia."
Lá está, a pegada deve ser minima, não como os dinossauros que graças à sua grande pegada sabemos hoje que existiram, que não foi Deus que criou esta merda e não viemos todos do Adão e da Eva. 
Porque quando este querido planeta implodir de tão mal tratado por nós, que andamos com frescura a tentar remediar as feridas que provocamos com pensos bacocosnão vai haver vestígio nenhum da vergonha que fomos.  
"E por fim, aprender a governar nossas próprias necessidades, impor limites ao consumo e repartir o excedente para facilitar o acesso de todos aos recursos necessários à sobrevivência, preservando-os para as gerações futuras."
Pois...o pior é que as necessidades nunca são refreadas sempre que há oportunidade de poder a ambição é desmedida, o consumo é descontrolado e exagerado e ninguém reparte ou partilha a sua riqueza.
"Como parte dos sistemas vivos da Terra e tendo desenvolvido o potencial para desfazer a sustentabilidade do planeta, nós temos como missão criar agora uma sociedade de justiça, igualdade e fraternidade, a começar pelos marginalizados e excluídos, com relações mais benevolentes e sinergéticas com a natureza e de maior colaboração entre os vários povos, culturas e religiões."
Parece que estes foram os fundamentos da Revolução Francesa e pilares da democracia, nunca praticados até hoje.
"Oferecendo-lhes, em vez de sistemas fechados e fragmentários, o paradigma holístico contemporâneo, que tudo articula e re-laciona, para a construção de projetos abertos ao infinito."
Pois, Buda já o apregoava e existiu muito antes de aparecer o Cristo.
"As estratégias de design da Permacultura não existem apenas para o planejamento de propriedades abundantes em energia – este é apenas o primeiro nível de ação do permacultor. É possível desenhar também sistemas de transporte, educação, saúde, industrialização, comércio e finanças, distribuição de terras, comunicação e governança, entre outros, para criar sociedades prósperas, cooperativas, justas e responsáveis. O sonho é possível: a ética cria possibilidades de consensos, coordena ações, coíbe práticas nefastas, oferece os valores imprescindíveis para podermos viver bem."
Comunismo vs capitalismo. Todos temos que ser iguais e trabalhar para o bem comum. Houve um tal de Estaline lá para os lados da Russia e um tal de Mao Tse Tung lá para os lados da China...não parece que aquilo resultou.
"A Agência Mandalla DHSA, com sede na Paraíba, é uma OSCIP que está desenvolvendo tecnologias Sociais com base na ética e nos princípios e métodos de design permacultural, alcançando para a Permacultura a maior repercussão já vista no país (leia seção da página 4). Em menos de três anos, chegou a mais de 80 municípios de nove estados brasileiros, beneficiando diretamente duas mil pessoas com a garantia da segurança alimentar e a geração de excedentes para a comercialização. Entre as famílias beneficiadas, a renda média é de R$400,00 ao mês, sendo que há exemplos de agricultores auferindo renda mensal de R$1.700,00."
Seus capitalistas, a lucrar com os bens que possuem. Parece que não é a primeira vez que a humanidade vai por este caminho. Com milhões a viver no Brasil só 2 mil pessoas beneficiaram desta iniciativa...muito parecido aos Institutos, Fundações, Associações, Cruz Vermelha, Cáritas, Santa Casa da Misericórdia...
"Os Institutos de Permacultura

São oito no total, atuando de forma diversa. Aqueles que fundaram a RBP, Rede Brasileira de Permacultura (IPAB, em Santa Catarina, IPA, no Amazonas, IPEC, em Goiás e IPEP, no Rio Grande do Sul), funcionam como centros de pesquisa, formação e demonstração de tecnologias apropriadas, com apoio financeiro da PAL – Permacultura América Latina, instituição comandada pelo iraniano Ali Sharif, com sede em Santa Fé, Estados Unidos. A única exceção é o IPAB, que não possui centro demonstrativo e, por isso, atua de forma independente, dispensando financiamentos vindos do estrangeiro através da PAL."
 
Só uma é independente?!...Mas caminha a passos largos para também se financiar com dinheiro alheio.
 
"A exemplo do IPAB, o Instituto de Permacultura da Bahia (IPB), o Instituto de Permacultura

Cerrado Pantanal e o IPEMA (Instituto de Permacultura da Mata Atlântica), possuem projetos sociais e muitos parceiros, mas não fazem parte da RBP. A título de ilustração, cito o Projeto Policultura no Semi-Árido, implantado no sertão da Bahia, atendendo hoje 700 famílias de pequenos agricultores. Com o apoio do IPB, as famílias estão desenvolvendo sistemas agroflorestais e garantindo para si segurança alimentar, trabalho e renda. O projeto ajuda os sertanejos a combater a desertificação e conviver harmoniosamente com a caatinga."
Destroem a subsistência dos pobres, tornando-os miseráveis para depois lhes darem esmolas em forma de terra para cultivar ao abrigo de projectos financiados, cujos beneficiários nunca mexeram num punhado de terra!
"O IPOEMA (Instituto de Permacultura: Organização, Ecovilas e Meio Ambiente), no Distrito Federal, que é o mais novo entre os institutos brasileiros, vai atuar fortemente no atendimento a comunidades locais e tradicionais, além de trabalhar com pesquisa e formação de novos permacultores.Por enquanto, há pouca ou nenhuma interação entre os institutos de Permacultura do Brasil."
Pois...querem todos parecer mais diferentes que os outros...
"Mesmo na Permacultura, que está fortemente enraizada na cooperação, a competição tem acontecido, causando estranheza, mas, sobretudo, mostrando quando o processo ainda não amadureceu. Em ecossistemas maduros, assim como em sociedades tradicionais estáveis, as relações tendem a se tornar mais mutualísticas e simbióticas”."
A competição faz parte dos processos que estão mais que maduros, aliás já caíram de podres e as sociedades tradicionais estáveis não existem, porque o Mundo avança mesmo com cada um a puxar a brasa à sua sardinha. 
"Os projetos são chamados de autônomos porque são iniciativas de pessoas, famílias e comunidades que trabalham em cooperação e com recursos próprios para multiplicar os conhecimentos em Permacultura (todos recebem formação como professores do IPAB) e para oferecer exemplos de sistemas produtivos de apoio à vida no lugar onde moram."
 
A Humanidade é um projecto autónomo de avanço para a destruição.
 
"Nós da Rede Permear costumamos dizer que a nossa teia deve alcançar todo permacultor ou grupo de permacultores cujo trabalho tem como princípio de ação a ética da Permacultura. E queremos para esta rede tudo aquilo que um sistema permacultural deve conter: diversidade e abundância de idéias e projetos, cooperação, solidariedade, sinergia, diálogo e amor, muito amor. Por fim, que seja para todos um caminho de transformação."
 
Isto faz lembrar aqueles cabeludos dos anos 60 que fumavam erva e não tomavam banho...os...ai...os Hippies? Mas eram visionários, devia ser do LSD ou dos cogumelos estragados.
 
Eu acho engraçada esta frescura de ser vegan, guru, viver em comunidades, pertencer a seitas e fazer retiros mas foi graças a invenções malucas como a bomba atômica, guerras seguidas de períodos de grande prosperidade, industrialização e aumento do consumo, exploração de petróleo, criação de necessidades desnecessárias, que cada vez nos apercebemos mais da globalização e distribuição das consequências dos actos. 
Foi graças a todas as coisas boas, más e assim-assim que muitas pessoas não morreram de fome, graças à produção massiva de alimentos que os que mais necessitam não conseguem comprar, e os que menos precisam deitam fora, excedente desaproveitado e não partilhado. 
Foi graças a vacinas que muita gente não morreu, dando origem a gerações de contracultura à cultura vigente, que  lutam por causas tão variadas como o cancro de pele da toupeira cega do deserto, a extinção dos mamutes que já não existem, a anorexia em África, apoio a refugiados em provas de natação no Mediterrâneo, etc... 

Meus amigos enquanto andarem ocupados com utopias que não levam a lado nenhum, a brincar aos pobrezinhos ou a brincar aos nossos avós que viviam em condições miseráveis porque não tinham outra escolha, não andam a fazer mal a ninguém nem trazem mal ao mundo, aliás a vossa pegada ecológica vai ser tão pequena que seres de outro planeta que nos façam uma visita nem vão dar conta que vocês existiram. Namasté!

Permacultura

 
 
Tudo o que está entre aspas é da autoria do senhor acima mencionado, como vocês bem sabem o plágio não é ético, logo não é Permacultura.

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