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Contos e Descontos

Autora esporádica de contos e descontos escritos a tempo inteiro

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Contos e Descontos

09
Ago20

Feministas ferozes

Rita Pirolita
Às feministas ferozes que actuam por ódio aos homens denunciando casos de assédio impossíveis de provar, por estarem cheios de teias de aranha...os homens também são alvo de assédio e pressão em sustentar mulheres que se fazem à riqueza material numa de se rodearem do bom e do melhor em troca de beleza e bom desempenho sexual. Isto não é seduzir, é conseguir o que se deseja dê lá por onde der, sem olhar a meios e aproveitar-se do galanteio para extorquir pessoas que também se põem a jeito e não são parte inocente da coisa!
Que os adultos mesmo que supostamente responsáveis queiram dar a entender que não sabem o que andam a fazer é uma coisa mas como poderão crianças que já não são assim tão inocentes mas também ainda não criaram a capacidade de se defenderem de investidas ferozes e humilhantes de abutres impiedosos, não se deixarem molestar?... 
Será que de repente se esquivaram todos de lutar por causas verdadeiras, esqueceram os abusos levados a cabo por pedófilos disfarçados de padres durante décadas, estupros concretizados e não só sugeridos de milhares de crianças, mulheres mortas por violência doméstica, excisão feminina, violações em massa em locais de guerra tanto de homens como de mulheres e muito mais que ficaria aqui um dia inteiro...
Esses miúdos deram origem a pais traumatizados e calados por vergonha e ameaças, em nome de um Deus que a existir nem devia ser invocado pela boca de muitos. 
06
Ago20

Ai Gentil Martins

Rita Pirolita
Veio a lume mais uma polémica perante as declarações do nosso médico que se voluntariou para separar pessoas, sobre a homosexualidade ser uma anomalia. 
Provavelmente um médico considera anomalia uma condição do foro fisico e psicológico e não algo que foge da normalidade com consequências sociais. 
Como agora não se pode dizer nada que somos logo apelidados pelo BE de racistas, machistas, homofóbicos ou xenófobos, pois aqui deixo a minha singela embora extensa opinião.
Já ouvi chamar machistas a algumas mulheres e não terá sido por serem lésbicas sapatões, mas apenas e simplesmente por não malharem nos homens a torto e a direito por dá cá aquela palha. 
As feministas partem logo do princípio que se defendes os homens ou reconheces a sua simples existência estás imediatamente contra as mulheres. 
Ora esta atitude só pode ser justificada por ressabiamento e revolta com tudo na vida, fazendo destas lutas o bode expiatório para exorcizar medos e inseguranças, o que tresanda a gente desequilibrada, ninfomaníacas agrilhoadas na sua loucura, pelo politicamente correcto. 
Os homossexuais que eu saiba sempre existiram, umas vezes aceites e tolerados, outras descriminados e olhados de lado por serem vistos como a excepção que não se reproduz.
Agora que lhes é dada voz tentam dominar, impor e condicionar em seu proveito, todas as esferas da vida com protestos e atitudes e algumas exibições exuberantes, para terem a certeza que não passam despercebidos na defesa dos seus direitos e liberdade de expressão sexual, mostrando que os heterossexuais andam a perder muita loucura e gozo na vida. 
Pela parte que me toca a homossexualidade nunca foi comparável às minhas escolhas e condição, em alegria, gozo, liberdade ou prazer, nem nunca se poderá materializar numa ameaça à extinção da humanidade, nem atentado à sexualidade da maioria, vista como enfadonha.
Não sei se será correcto agradecer ou aplaudir como se de um espetáculo se tratasse, mas pelo menos sinto-me feliz que estas 'anomalias' mostrem ao mundo que não convém sermos todos iguais, eu também sou única e solitária na visão e relação muito peculiar com o mundo e suas pessoas.  
As mulheres que se insurgem contra a violência doméstica exercida sobre vitimas indefesas, fazem muito bem, embora estas atitudes de abuso e agressão sejam o prato de cada dia neste mundo, ninguém se deve calar e todos devemos denunciar. 
As mulheres pela sua fraqueza na compleição fisica e condição de mães foram protegidas de ir às guerras, essa inferioridade, na visão de muitos homens alastrou-se também à inteligência, o que não mostrou ser verdade, visto que perdendo em força física, acabaram por desenvolver estratégias que lhes permitiram dar a volta ao bom jeito feminino ao controlo dos homens, que tentando anular os seus gostos e prazeres, defendiam a honra impondo a fidelidade a ferro e fogo, nem sempre com êxito. 
As mulheres de outra condição que perdiam na honra mas ganhavam com a má fama, vendiam prazer negado pela religião em ambiente doméstico e familiar. 
A promiscuidade, a pedofilia, violações, tráfico humano, exploração sexual, infelizmente vão continuar a existir e são reflexo de uma sociedade doente, por outro lado, a maioria não tem que ter vergonha nem esconder comportamentos que outrora eram considerados desviantes, desde que sejam saudáveis e não magoem ninguém.
Os homens também sentiram desconforto ao lutar em guerras, ao matar, ao sofrer em trabalhos forçados em sítios inóspitos, ao serem dominados e escravizados por outros. 
Eu sei que todos os costumes e hábitos exigem algum tempo de mudança e adaptação e que nada muda se a revolta não agitar a estagnação e combater o comodismo e resignação. 
Se alguns homens continuam a considerar as mulheres como seres inferiores e lhes batem e humilham por insegurança para que façam parte do seu domínio territorial e animalesco porque foram mal amados e nunca saberão gostar de ninguém ou se alguns até se acobardam perante a ferocidade das feministas independentes e têm receio de mostrar a sua masculinidade? Sim a tudo. 
Se as elites sempre abusaram, roubaram, escravizaram, dominaram e fizeram questão de manter a pobreza como húmus para a sua riqueza, sendo que a maior descriminação se faz automaticamente com base na posse material e tudo se move por dinheiro, até montanhas? Sim a tudo outra vez. 
Se ninguém, nunca chamou à atenção, apontou o dedo ou condenou os senhores das guerras deste mundo? Não. 
Se massacramos a própria espécie com violência gratuita e não por razões de sobrevivência, quer dizer que alguém que mata ou manda matar apenas por ser de um pais, raça, religião ou bairro diferente, não se tem em boa conta. Defende-se e ataca os maus antes que seja atacado pelos maus que o próprio mau quer matar. 
Afinal sabemos porque nos magoamos e destruímos, atrás das lutas em defesa do bem da humanidade e do planeta está escondida a enorme vergonha de sermos o que somos, FEIOS e MAUS.
31
Mar20

De cu virado

Rita Pirolita
Já várias vezes escrevi aqui sobre os mais recentes movimentos atabalhoados de feministas e outros grupos que se auto-intitulam defensores dos mais fracos e libertadores dos oprimidos que querem sair do armário. 
Confesso que não gosto de maneiras esgrouviadas e pouco maduras, disfarçados de chicos-espertos querem-nos fazer passar por idiotas ao acreditarmos que são os únicos a travar a batalha contra a discriminação e a violência entre homens e mulheres. 
Queridas malucas feministas, verdinhas na história do mulherio, não sei se já repararam mas a violência sempre foi condenável e nada desejável, a humanidade sempre a justificou mal e porcamente, como um mal menor para a manutenção da paz, desde as inevitáveis guerras e não é por isso que estão extintas ou só fazem parte do passado, pelo contrário hoje são mais massivas e requintadas.

A não ser que a pessoa tenha um fetiche e aí força no chicote e aperto nos mamilos até uivarem de prazer mas mesmo quando não se falava destas coisas, não acredito que as mulheres gostassem de levar nos cornos e calar, não acredito que os miúdos gostassem de ser espancados com cintos, ou que fossem alvo de chacota na escola por serem gordos por exemplo e assim que pudessem não fizessem uma dieta para não terem que passar mais por esse estigma. Isto tudo sem ficarem traumatizados? É pedir demais!
A indignação nunca deixou de existir e agora e muito bem denuncia-se aos quatro ventos, tentam-se criar mecanismos para protecção das vitimas e sensibilização para comportamentos mais saudáveis mas não se deve cair na banalização e desviar a atenção dos verdadeiros abusos com denúncias de gente mimada e caprichosa do 1º mundo. 
Vejo muita gente a fazer queixinhas para candidatura a coitadinhos, a trazer a praça pública os maus resultados, apontar o dedo e indignar-se com tudo e mais algumas botas, do que propriamente alguém a preocupar-se com a sensibilização para dedicar mais tempo a uma educação de qualidade, que exige algum acompanhamento e dedicação é certo mas nada demais, comparado com o bom resultado obtido com maior maturidade de homens e mulheres de amanhã, que não se deixem subjugar por actos de bullying, que não achem normal no namoro que uma chapada de vez em quando não faz mal e até mostra que há paixão, mais ainda quando fazem as pazes, a seguir à tempestade é mais intenso, aceitam passar por umas tantas coisas más para terem prazer de vez em quando com coisas boas, como se fosse uma recompensa pelo tanto sacrifício...
Não percebo, eu que nunca gostei de levar porrada ou ter motivo para a dar...começo a achar que a maluca sou eu, não se preocupem, sou encartada e o lugar à frente da carreira para o manicómio é meu, de há muitos anos a esta parte! 
A falta de educação dá nestes cenários que as feministas tentam combater no final de linha, sem se preocuparem com actuações mais preventivas.
Com ferozes ataques, diabolizam todo e qualquer comportamento masculino de tentativa de interação com o sexo oposto, banalizando o assédio, e baralhando os sinónimos de chantagem, manipulação sexual ou mesmo humilhação psicológica em casa ou no trabalho, tudo coisas difíceis de provar mas que infelizmente existem, magoam e deixam marcas profundas, quase tanto ou mais que uma chapada às vezes.
Tantas vezes os discursos de denuncia reflectem frustrações tão descabidas, o que me leva a crer que estes movimentos nasceram de mulheres rejeitadas pelas mais variadas razões, por serem feias, umas grandes cabras ou terem um feitio de merda e por inveja quererem virar contra os homens até as mentes mais equilibradas, com defesa de valores quase hitlerianos, de imposições, de trocas pouco ortodoxas e até contraditórias, 'só faço isto se me fizeres aquilo que eu gosto na cama', 'tens que fazer sem esperar nada em troca'...
Mais até na questão do sexo, não andamos aqui também, para ter prazer ao dar prazer ao outro, a fazer coisas que nos dêem prazer, por mútuo consentimento e nunca por obrigação ou marcação de escalas? 
As feministas não quererão fazer parecer que o que as rodeia é tão bom ou tão mau como elas? 
Se um cagalhão se fizer rodear de mais merda, o seu próprio cheiro dilui-se e fica mais disfarçado.
Uma merda entre merdas não se sente uma merda tão grande! Será?
Que mania de andarmos cada vez mais a nivelar por baixo, com pouca exigência em tudo, exijam o melhor e terão pelo menos o bom, mas têm que se esforçar um pouco que seja e serem convictos e seguros naquilo que exigem, sem cairem na ilusão de que o céu deixa cair coisas, já lá tem o Sol e já é muito, para a merda que somos e da maneira atroz que tratamos o planeta!
É verdade que já somos demais, tantos que muitos até se podem dar ao luxo de andar de cu virado para a Lua!
Afinal somos assim tantos, por andarmos de cu virado uns para os outros ou por andarmos desde sempre a saltar para a espinha uns dos outros?! 

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