Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Contos e Descontos

Autora esporádica de contos e descontos escritos a tempo inteiro

Autora esporádica de contos e descontos escritos a tempo inteiro

Contos e Descontos

09
Ago20

PAN, os animais e as pessoas

Rita Pirolita
Mediante a lei que permite liberdade aos proprietários de aceitarem ou proibirem a entrada de animais de estimação, nos seus estabelecimentos, acompanhados pelos respectivos donos ou cuidadores...Vamos lá por partes. 
Tal como existem hotéis ou casas para alugar que aceitam expressamente animais de estimação com limite de número, espécie e tamanho, não considerem de estimação pássaros presos em gaiolas ou papagaios acorrentados, tartarugas presas em bacias ou cobras em aquários, elefantes, burros ou alpacas...Essas são situações de desrespeito pela condição e bem estar do animal, tal como o mau trato ou manipulação genética que causa problemas de saúde e sofrimento na existência do animal, sendo lucrativo apenas para os criadores que os vendem por balurdios de pedigree e veterinários que os tratam. 
Quem vai a um restaurante comer animais que não se indigne com animais ao seu lado, ou se sim que páre de os comer, que não se indigne com a falta de higiene, pelos e pulgas antes de meter o nariz em muitas cozinhas, ou tomar banhinho com a frequência suficiente, para não incomodar outros nos transportes públicos ou no local de trabalho com o cheiro a sovaquelho.
Os restaurantes devem estar devidamente assinalados nos roteiros próprios e turísticos para todos saberem ao que vão, devem existir espaços para todos e estes de facto não me causam repulsa, só não os utilizaria porque se estou a comer não tenho tempo de dar atenção ao meu animal, principalmente se ele se engalfinhar com outros. 
Para mim a solução mais equilibrada seria proporcionar um espaço onde poderiam ser deixados, enquanto os donos jantam ou almoçam e isso penso que já existe! 
Além de que nem todos os donos podem garantir boa educação do seu animal e cordialidade para com outros, se estão esterilizados, vacinados, se são amistosos ou não com todo o tipo de pessoas ou crianças...  
Os animais são algo previsíveis para os donos mas serão assim tanto para estranhos? Ninguém sabe a resposta nem a previsibilidade do seu comportamento expostos a diferentes ambientes.
Algumas crianças também são estridentes e mal comportadas, fruto do desleixo parental e quem está por perto não deveria ser obrigado a levar com isso...
Tudo isto resultaria numa agradável harmonia se as próprias pessoas se fizessem respeitar entre elas, quanto mais respeitar os animais e controlar o seu comportamento. 
Talvez seja melhor deixar cada macaco no seu galho com visitas a diferentes árvores de vez em quando e preocuparem-se mais em não usar os animais para vazios ou frustrações emocionais, pensando no seu bem estar, não os deixando sozinhos muito tempo, deixá-los correr e conviver com outros animais, não os fazer sedentários e amorfos apenas para exibição e bel-prazer egoísta. 
Também é verdade que mais vale um animal que um Prozac ou um Xanax mas não os usem para roubar prazer da sua companhia e antes para receber a sua dedicação e lealdade.
25
Jul20

Uns haters diferentes

Rita Pirolita
Se pensam que vou escrever mais um texto cortante, cítrico, ácido ou deveras sarcástico sobre os famosinhos nas redes sociais? ACERTARAM em cheio!
Até parece que vivo disto e para isto, quando o que me apraz e mais interessa é escrever, exercitar a leitura e mente na revisão dos meus próprios textos, desafiar-me a escrever melhor que outros que leio sem plagiar ideias ou piadas, isso é coisa que não me assiste e é um insulto à minha imaginação!
Muito se fala dos haters, que dedicam o seu tempo a catar gente para odiar para deitar abaixo só porque sim, porque não têm mais nada prazeroso na sua triste vida para fazer, porque são pessoas infelizes e sem amigos que vivem sós rodeados de 50 mil gatos, enfiados no seu mundo, um buraco bafiento, húmido e escuro.  
E se fôr este o cenário ou retrato que muitos perseguidos por estes haters gostam de imaginar e fazer os outros acreditar, para não se sentirem tão mal por não saberem argumentar e por isso resumirem esta gente a um bando de bandalhos mal resolvidos, frustrados e invejosos? 
Os haters a considerar já não são burros e infelizes, burro é quem anda por cá e pensa que não está sujeito a critica e julgamento, estamos todos e tanta gente há que não tem graça, jeito e arcaboiço para disfarçar a má figura!
Muitos criticam e bem com lucidez, conhecimento de causa e lógica da batata, que é quanto basta para tirar conclusões da vida fútil do jet-set, que nem cai em graça nem tem onde cair morto. 
O visado não podendo ficar sem dar resposta, que isso é sinal de consentimento, como também não pode negar, ataca com baixo golpe e diz que está a ser vitima de perseguição e maledicência, ele uma pessoa tão boazinha que faz questão de mostrar que nunca ganha com publicidade da Prozis ou Cabify, aquilo é tudo bom para consumo e aconselha-se em doses regulares, senão à fartazana! 
Outros há que nunca respondem, têm a cunha certa e continuam a gozar os bons ordenados e a gozar com a nossa cara, pagos por todos nós, falo das vedetas da TV! 
As gentes não vos invejam, como muitas vezes querem fazer acreditar, as gentes não gostam é que os façam de parvos. 
Quem se esfalfa para ganhar a vida honestamente indigna-se com a afronta do raro "suor de cigano" que os famosos exibem para chegarem onde chegaram. 
Então não querem ser como os de Hollywood? 
Afinal com tanta queixa retardada de assédio, veio-se a concluir que ninguém era competente ou prestava para alguma coisa, foram é todos ao castigo e a maioria passou na prova oral! 
Para esconderem a burrice e não se partirem mais telhados de vidro, estes famosinhos fazem-se de coitadinhos, mas são é burros perante gente esperta que os trata como merecem, lhes acerta o passo e às vezes os põe no lugar para não andarem a navegar tão descontraidamente na maionese!
Para a próxima, gentinha susceptível e na sua maioria pouco inteligente, calem-se e consintam porque a vossa cabecinha muitas vezes não dá nem para armazenar 2 neurónios quanto mais distinguir haters de gente que vos malha bem no centro!
Depois venham-se queixar de depressões por falta de fama consistente!  
25
Jul20

Contos da Estrelinha Serigaita - Deficientes e outros normais diferentes

Rita Pirolita
Esta história tem origem na minha infância, aquela fase em já me sabia gente!
No meu tempo de escola primária as turmas eram igualmente enormes como hoje e mistas e por mistas não me refiro não só ao mix de sexos mas também ao mix de gente pequenina, normal fisicamente e gente com deficiência física e mental visível, porque burros e mais espertos sempre houve e que eu saiba só agora vão à psicóloga como se tivessem peçonha de rico, de boa qualidade, que não mata mas chateia e faz os pais andarem de um lado para o outro para se convencerem que estão a dar muita atenção e boa educação aos seus pimpolhos mais que tudo.
Naquela altura podiamos calhar numa turma com pelo menos um em cadeira de rodas, surdo, mudo, maneta, perneta, vesgo ou mesmo cego mas éramos todos saudáveis nas relações mesmo com os que eram um pouco diferentes e nós sabíamos, não virávamos a cara a nada, mas também não fazíamos de conta que eram como nós os ditos normais, considerávamos a deficiência na inocente visão pueril que dispensa peninhas e coitadinhismo, de gente que só não se mexia tão à vontade como nós mas corriam como podiam, caiam é mais.
Esta prática de melting pot não discriminava nem fazia separações, andavamos todos ao molho a aprender o mesmo e quase ao mesmo ritmo. 
Em vez de hiper-activos, putos índigo, autistas ou com déficit de atenção, existia pequenada deficiente, aéreos como eu, uns mais lerdos outros mais mexidos, mas no recreio era onde a diferença mais se esbatia, porque se alguém não tinha tanta destreza por limitações, continuávamos a brincar, a competir e a puxar por aqueles que estavam mais perros e todos respondiam com esforço para mostrar estarem à altura, serem iguais ou até melhores. 
Não pensem que estou a falar de cor, na minha turma tinha uma colega que nasceu com uma grave deficiência motora e dificuldades cognitivas, o seu aspecto era muito diferente do nosso, a começar pelo facto de não ter cabelo nenhum mas lembro-me de a vermos como nossa e diferente, como todos nós éramos uns dos outros. Movia-se com a ajuda de uma geringonça de ferros nas pernas que lhe permitiam estar de pé, mover-se e até correr de forma desajeitada mas não se ficava e apenas precisava de ajuda de algum de nós ou da professora para ir à casa-de-banho e empoleirar-se na sanita, porque era meio metro de gente sem perspectivas nenhumas de crescer mais. 
A professora teve o cuidado de a sentar na secretária lá à frente, para que lhe pudesse dar um pouco mais de atenção mas não muita não pensem, lembro-me de sempre se ter esforçado e passado de ano, mediante alguma benesse da professora na avaliação, que nós nem nos apercebiamos nem muito menos achávamos que estaria a ser beneficiada, porque éramos todos iguais com as diferenças necessárias para nos darmos bem ou no minuto a seguir andarmos todos à porrada. 
Todos levamos castigos e elogios e eu levei uma reguada apenas uma única vez, porque coisa que sempre tive de bom e me poupou de muita chatice foi aprender muito rápido com o que observo ou me acontece. 
Percebi que as totós que não se sabiam defender ao murro e ao pontapé como eu, me lixavam a vida na sala de aula ou no recreio fazendo queixinhas à professora por trás das minhas costas, assim que levei a primeira reprimenda com reguada mudei de estratégia e em vez de ser tão impulsiva, guardava a resposta para assim que pusessem o pé fora do recinto da escola já estarem a achar com chapadões e pontapés no rabo, não guardava nada mais além do tempo de aulas desse dia! 
Mas voltando ao motivo que me levou a escrever muito outra vez, não consigo evitar fazer testamentos e escrevo quase sempre de uma assentada!
Ora bem essa minha colega que era diferente mas não tanto assim...nunca mais a vi depois de acabar a primária, mudei de escola e de casa, a esta menina não era dada muita esperança de vida mas cheguei a saber que até há bem pouco tempo ainda era viva, contrariando todos os prognósticos negros dos médicos, que nem lhe davam tempo de chegar aos 8 anos mas lá chegou e isso eu confirmei na entrega dos diplomas da primária. 
Esta menina foi criada apenas pela mãe que era a senhora mais famosa da Margem Sul aos meus olhos, a senhora que vendeu waffles durante muitos anos à entrada do extinto Pão-de-Açucar, sim eu conhecia a Rainha das Waffles e o que eu adorava aquele sabor com bastante canela e açúcar on top, duas para mim se faz favor, quentinhas e saborosas!      
23
Jul20

Outra vez sem mérito

Rita Pirolita
Já por aqui falei do meu percurso académico pejado de frustração, a escola sempre foi uma desilusão com balelas e poucas respostas, um estimulo de nada e coisa alguma, normalizadinhos é que todos somos bons.
Continuo sem perceber o facilitismo em que a educação continua a cair, com tendência para a abolição de avaliação por exames ou exames mais simples para que todos os alunos passem e preencham as estatísticas de bom comportamento e desempenho só para mostrar, porque cada vez menos sabem fazer contas, falar ou escrever em português decente, quanto mais expressar ideias e formar sentenças que façam sentido. 
Continua-se a querer que os mais inteligentes se atrasem pelos menos dotados, em vez de fazer os burros correrem mais pela cenoura, para nivelar por cima o grau de exigência.
Praticamente eduquei-me sozinha sem muito amparo, desde sempre, sem competir com outros, quis dar o meu melhor, testar os meus limites e destacar-me pela diferença, no meio de outras pessoas que gostava eu se sentissem diferentes também, porque de normais amofinados está o mundo cheio.
Se as competências nunca são dadas por mérito para quê ir para a escola aprender, porque não apenas marrar pela lei do menor esforço e tirar notas só para passar? 
Temos assim um sistema que não se quer mexer a incentivar gente que já pouco se mexe, a fazer ainda menos para evoluir, um sistema que vive bem de mentes formatadas, altamente absorventes e pouco críticas.
19
Jul20

Julgamentos de pedestal

Rita Pirolita
Não é achando a nossa visão a supremacia da lucidez que nos dá o direito de julgar todos como burros e torpes, mais talvez como alienados muitos e uns poucos lúcidos com ideias diferentes! 

Por mais fortes que as palavras sejam o conhecimento e clarividência só chegam a quem está preparado e aberto a tal e existem tantas formas altruístas e reais de pensar sobre as mesmas coisas, estejamos nós dispostos a tal! 

Cuidado com julgamentos de pedestal! 

O humor e sarcasmo não têm limites mas nem todos choram a rir do mesmo!
15
Jul20

As desculpas que inventamos

Rita Pirolita
É tão mais fácil disfarçar a falta de jeito para desencontros e evitar chatices nas relações através do virtual. 
Nunca o convívio foi tão interessante de enfadonho e irresponsável. 
Como solitária que sou, agradeço o descanso, protecção e limpeza da distância!
Adoro esta troca de ideias sem o incómodo de aturar gente que não gosto, não sou daquelas que usa e vem para aqui queixar-se que sente falta do convívio face to face! 
Sou solitária e adoro ser assim, sinto-me saudável e o certo é que a proximidade imposta me põe doente! 
A maioria usa as relações para cobrar, não para se libertar, interiorizou-se o discurso de ter amigos, família e fazer esforço por ser social e agradar, há dificuldade em compreender ou não se quer, anda-se iludido pela obrigação de nos darmos todos bem e gostarmos uns dos outros e assim estaremos protegidos e seremos humanos mais bondosos e comunicativos, prontos a ajudar!
O virtual é o que fazemos dele, eu aproveito o melhor que me serve, só existe porque o criamos, não é uma entidade que nos afasta uns dos outros! 
Se calhar temos que reconhecer que o futuro das relações vai mudar muito e isso não tem que ser mau ou bom, é o que merecemos por aquilo que fazemos!
As pessoas isolam-se com a dependência exagerada das redes sociais porque deixam de ter interesse ou medo da vida real e assim perdem a capacidade de se relacionar intimamente! 
No fundo são sempre elas que fazem escolhas de se deixar dominar ou não!
Nas mentes limitadas só existem dois tipos de vidas que têm que ser forçosamente sociais e notadas, a vida real com pessoas de merda ou a vida virtual com as mesmas pessoas de merda, ninguém quer estar no anonimato, todos querem ter o seu quinhão de importância num mundo cada vez mais baralhado e aqueles que não encaixam nisto são excluídos do tal meio que vive sob o falso baluarte da inclusão!
Preocupar-me-ia se não tivesse já sítios para onde fugir, até lá vou aproveitar e não perder tempo com queixumes ou a viciar-me em coisas dispensáveis e que nem são a única coisa que vislumbro como burro com palas!
 
28
Jan20

Burros e ovelhas

Rita Pirolita
Muitos na ânsia de mostrar bondade tornam-se agressivos!
Na ânsia da compaixão mostram raiva, pensam combater injustiça com vingança, serão assim tão altruístas ao ajudar a manter a pobreza de ideias?
Ao ler os comentários sobre uma notícia de um menino que tinha sido posto de parte no colégio por ter Síndrome de Asperger, chegou mesmo a ser expulso da turma a pedido de muitos pais, por a sua condição estar a prejudicar o ritmo de ensino dos restantes alunos, veio-me isto à cabeça!
E aqueles que viveram num tempo onde estas diferenças não tinham ainda sido catalogadas e se esperavam resultados medianos para passar, as negativas eram selectivas e as excelentes notas eram discriminatórios.
Quem era usado como bom exemplo pelos professores cá fora era trucidado por malvadez.
Quem se esforça por ser melhor ou o é naturalmente, é uma ameaça e eleva a demanda de objectivos. 
Uns atrasam e outros apressam, será que os poucos restantes devem tentar acompanhar o ritmo da maioria ou devem ser ainda mais isolados para estimular ou rentabilizar o rendimento?
Os ostracizados não serão todos os que são diferentes mas não querem impor essa diferença a ninguém, apenas querem ter a liberdade de viver e explorar porque não se sentem diferentes, os outros é que os vêm assim? 
O ensino é uma tentativa de chamar a todos burros e empenhado em criar ovelhas desde sempre.
10
Ago19

Barbies e Unicórnios

Rita Pirolita
 
"Nascemos e viemos ao mundo para quê? As religiões todas têm respostas. Recuso-as em bloco. Prefiro viver todos os dias com a Pergunta!
Recuso-as porque são falsas. Porventura consoladoras mas falsas. Roubam-nos a Terra em troca do Céu. Ao matarem a Pergunta matam-nos a alma!"
in Facebook Presbítero-Jornalista Mário Pais de Oliveira. 

Sigo esporadicamente este ser com a mesma liberdade que leio o logro e não malogrado Gustavo Santos!
 
Gosto de ler observações, as boas, as más, as malcriadas e as que não dizem nada mas são bem escritas e excessivamente educadas.
Rio-me dos estúpidos e belicosos e tento ginasticar a inteligência com os mais afoitos e lúcidos.
Este presbitero não pretende provavelmente ser mestre, embora alguns o sigam como isso, vejo-o como alguém que tem o dom de textualizar o que sente e o traquejo de bem comunicar. 
Já o Gustavo vomita as suas palavras ocas para as minhas orelhas moucas.  
 
Se transformarmos os loucos em mestres adorados, estamos a reproduzir o mesmo erro da humanidade de há mais de 2 mil anos a esta parte! 
 
Tantos seguem algo para se esvaziarem de responsabilidade, para se livrarem da tenebrosa evolução e descoberta da infelicidade e da morte como parte da vida entre tantas outras coisas e não como sofrimento castigador da simples existência. 
A vida é agora, a reencarnação é uma desculpa para não darmos o melhor de nós, afinal é-nos dada outra oportunidade, por isso vamos lá ser loucos e distribuir a irresponsabilidade por várias vidas, que nem sabemos quantas...
 
O melhor de nós é o pesadelo em realidade, não estamos uns para os outros, desde o início do mundo lutamos por comida, por território, no fundo por conquistas, não podemos abandonar esta condição porque sem ela não existimos, não sobreviveriamos até agora, sem ela seriamos ser alados, perfeitos e eternos. 
A destruição é a razão do prolongamento da existência, que em algum momento se vai extinguir a ela própria. 
Caminhamos para um suicídio esquizofrênico, dôr que tem que ser amenizada e paliada a toda a hora, com mentiras, bondade falsa e compaixão descompassada. 

As guerras, as doenças, o poder cruel, a insensibilidade da ganância são tentativas para glorificar e justificar o sentido do fim inevitável que chama a si religiões que adiem ou impeçam a queda do precipício.
 
A vida nunca teve ausência de guerra, infelicidade, morte e sofrimento bem como de paz e amor.
 
Por isso querer acabar com o mal e ficar só com o bem é outra religião que tem seguidores mas não nos leva a lado nenhum.  
 
Se sou budista ou ateia? 
Ás vezes, nem sempre ou nunca.

Não sou mais que ninguém, faço parte desta pequenez humana, mas prefiro estar mais tempo afastada da confusão sem pensar que lhe pertenço e pousar o olhar em Barbies gordas e unicórnios pretos.

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2022
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2021
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2020
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2019
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
Em destaque no SAPO Blogs
pub