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Contos e Descontos

Autora esporádica de contos e descontos escritos a tempo inteiro

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Contos e Descontos

18
Jul21

Quem me segue sabe

Rita Pirolita

Ora vamos lá, quem segue a minha escrita sabe que sou vegan desde há muito, comecei por necessidade de contornar intolerâncias alimentares, aprendi a ouvir o corpo, a estar atenta aos sinais de saturação, fui aliando isso a uma filosofia de vida que se transformou numa forma automática de bem estar, já é instintiva e sensitiva a minha forma de me alimentar, não preciso de pensar muito nem muito menos sofrer com restrições ou dietas, adoptei um regime alimentar para a vida, sem esforço ou sacrifício, naturalmente não tenho tentações por aquilo que me faz mal o corpo já tem a informação do que deve ou não receber! Tenho um legado genético transmontano de consumo exagerado de carne, essa saturação atingiu a minha pessoa, sou o elemento de viragem, mudança e evolução de consciência, sou também aquela que sem fundamentalismos reconhece que esta é a pior altura para se consumirem produtos de origem animal dada a sua péssima e enganosa qualidade que tantas doenças atrai. De facto somos o que comemos por isso há cada vez mais gente que não presta tal como o que ingerem todos os dias. Não há nada de esotérico aqui, é uma consequência evidente por demais, isto para vos dizer que nunca me senti só neste meu caminho mesmo não acompanhando os fanáticos da macrobiótica, com a qual iniciei mas não me dei assim tão bem, fui retendo os ensinamentos e práticas com que me sentia bem e pondo de parte o que não era tão benéfico para a minha condição física e espiritual! O universo não é mais que troca e transformação de energia e esse é o Deus que está no comando!
Nunca tentei evangelizar ninguém e cá por casa quando ao início fazia alguma observação era no sentido de comerem mais saudável para equilibrar o consumo exagerado de produtos animais, mais vegetais, fruta e legumes, sim eu faço a minha própria comida, não consigo acompanhar os cozidos, feijoadas, carne, ovos e enchidos que por aqui comem. De forma não agressiva dizem-me para comer a minha alface e deixá-los em paz. Uma mãe que faz o que os filhos e ela gostam e não o que lhes faz bem está a matá-los com amor mas mesmo assim a matá-los e com uma forma errada de amor!
Agora sim vou concluir dizendo mais uma vez que não me sinto só porque estou no meu caminho comprovadamente certo, não tenho que espalhar aos sete ventos as minhas escolhas, nunca me coloquei no papel de vítima discriminada, muito menos em restaurantes, jantares ou festas, se alguém está interessado explico a minha muito positiva experiência e como esta visão mudou a minha forma de estar na vida para melhor. Como vêem como o que quero, onde quero, quando quero e à minha maneira, não tenho que andar em marchas e manifs para enfiar nas cabeças mais duras o direito à liberdade de ser diferente...não somos todos???

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